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9 de ago de 2014

O que influencia nosso comportamento

Já algum tempo não faço postagens neste blog, entretanto os motivos são justificáveis! é sempre necessário um período de pausas... são elas que nos permitem olhar para dentro e re significar a caminhada... para onde estamos indo; como e porque escolhemos esta ou aquela rota. Há também os questionamentos ; as motivações que nos impulsionam avançar, as vezes recuar; a buscar  lembranças que foram marcos de mudanças, aquelas que foram importantes alavancas de crescimento em vários níveis. Algumas destas lembranças precisam de tempos em tempos uma verdadeira faxina, para dar espaço para atitudes que nos façam escrever novas estórias, agora congruentes com o momento atual. 
Assim sendo, este ano tem sido de observação pessoal, de leituras , de silêncio , de ações que há muito eram necessárias, mas que foram postergadas para segundo plano e que AGORA vem sendo efetuadas; a consciência plena que um pensamento é capaz de mudar todo o contexto, me torna cada dia mais responsável por mim mesma. 
Antes da formação em Coach, que fiz há aproximadamente 7 anos, tive a oportunidade de participar de alguns outros  com esta temática; há alguns meses uma enorme vontade de rever e retornar aos estudos me levou a procurar a empresa que   acendeu em mim, a vontade de ir em busca de novos sonhos. Sinto que mais uma vez , a necessidade de mudar está ativa em mim.
Voltarei a publicar neste espaço artigos que penso estarem em alinhamento com meu  o momento atual e quem sabe também o seu.
O post abaixo foi publicado em 2013, autora Juliana Noal.( Nortus)

Estudos comparativos realizados com irmãos são, frequentemente, fontes significativas de informação na área do comportamento humano e tem contribuído para entendermos um pouco mais sobre a influência genética e do ambiente nesse contexto.

Pesquisas apontam que gêmeos, principalmente univitelinos, costumam, além da aparência física, ter comportamentos muito semelhantes, mesmo quando criados separadamente. Isso pode indicar a influência da hereditariedade no comportamento humano.

Por outro lado, mesmo nos gêmeos idênticos, é possível observarmos diferenciações físicas e comportamentais. Essas diferenças podem ser atribuídas aos variados estímulos recebidos do ambiente, já que univitelinos possuem o mesmo código genético.

Existem ainda casos de gêmeos idênticos criados na mesma família que tem comportamentos completamente diferentes, pois receberam estímulos diferentes. Seria impossível exercermos controle sobre os estímulos e as situações vividas por cada pessoa. Alguns exemplos: um recebe mais alimento que o outro no período da gestação, no parto um recebe menos oxigenação que o outro, quando criança um cai da bicicleta e o outro não, um conversa com certa pessoa e o outro não, um passa frio em determinado momento e o outro não, um come algo e o outro não, um tem uma doença e o outro não.

Imagine o quanto isso se multiplica no caso de irmãos que não são gêmeos.

Cada ser humano possui uma fórmula pessoal que é única, que começa a ser gravada no sistema nervoso por volta do décimo dia de gestação e continua sendo gravada até o último dia de vida. Ela vai sendo composta por meio das vivências da mãe durante a gestação (emoções, pensamentos, sensações, etc) que são captadas pelo bebê, somadas a todas as experiências após o nascimento. Essa fórmula vai delineando como a pessoa pensa, se comporta e interage com o mundo.

Então, o que exerce mais influência em nosso comportamento: a herança genética ou as experiências ao longo da vida?

Estudos recentes sugerem grande importância aos fatores inatos, mas indicam fortemente que pode existir algo mais a ser considerado. Grande parte de nosso DNA é estável e não muda em essência, mas existem expressões desse código que vão se modificando frente às reações químicas em nosso organismo, provocadas pela forma como interpretamos e reagimos diante das situações.

As emoções são produtos das reações químicas que são impulsionadas por estímulos sensoriais e podem ser moderadas por nossa forma de pensar. Essas químicas podem ativar ou desativar determinadas informações nos genes. Dependendo do que está sendo ativado ou não expressamos a forma “A”, “B” ou “C” de nos relacionarmos e nos comunicarmos com o mundo, ou seja, de nos comportarmos.

Apesar de possuirmos uma fórmula pessoal gravada em nosso sistema, cuja maior parte é inata, somos capazes de ir modificando esse código impresso. Toda mudança adaptativa é fruto de uma necessidade. Quando uma forma habitual de pensar e realizar algo não gera mais resultados satisfatórios, ela está sendo convidada a mudar. Aceitando o convite, temos a oportunidade de transformar algo em nosso comportamento e nos desenvolvermos.

O que é inato influencia muito em nosso comportamento, mas são as novas formas de pensar e nos posicionar experimentadas no dia a dia que nos possibilitam novas formas de agir e, portanto, novos resultados.

E no seu comportamento, existe algo que está sendo convidado a mudar para que novos resultados possam surgir?

Autora: Juliana Noal

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