Encruzilhada
Medinesp 2013- Maceió
Lançamento do livro HOMEOPATIA e ENERGIA
Lição de Vida
Efeito Isaías- Poder da Oração
A Cura atraves das Emoções -1
A Cura através das Emoções 2
A Cura através das Emoções 3
A Cura através das Emoções 4
A Cura através das Emoções 5
Despertando seu Gênio Interior
Despertando seu Gênio Interior 2
Despertando seu Gênio Interior 3
Despertando seu Gênio Interior 4
2 de set. de 2009
1 de set. de 2009
Ansiedade
Recebi este texto publicado pela Associação Médico espírita do Brasil( AME Brasil), e como esta é uma queixa muito comum nos consultórios, deixo aqui registrado.
Sentimento de apreensão provocado pela antecipação de um perigo, interno ou externo (KAPLAN, 1997). É sinal de alerta, que serve para avisar sobre perigo iminente e possibilita a tomada de medidas para enfrentar a ameaça.
Entende-se então que ansiedade propõe preservação da vida, mudança de hábitos, alteração e revisão na consciência, no estado de fluidez do pensar, sentir e agir. Motiva a luta para a preservação da saúde mental. Direciona o olhar mental para o que está passando na ponte entre o mundo interior e o exterior.
O que você está deixando passar nesta ponte sem perceber?
Anda desatento com você?
Por exemplo, quais pessoas, coisas, espécies de vínculos estão fazendo parte de tua existência, que por desatenção própria, estão provavelmente exigindo comportamentos que não se coadunam com você?
Quantas vezes você vai ao restaurante com o outro e não te deixa escolher o cardápio?
E na hora de escolher a roupa que você irá vestir?
Quantos sonhos, projetos abandonados porque o outro disse que era bobagem!
O nome que te deram ao nascer, você gosta dele?
Você acredita até hoje que não é capaz de realizar ações no mundo porque alguém no passado disse ou fez algo?
Você dorme do lado da cama que gosta?
Está guardando aquela louça ou roupa íntima para “momento mais apropriado?”
Somado a isto, ainda temos os desafios do aqui-e-agora, perfis profissionais, modelos de beleza, cobranças familiares, dogmas religiosos, os “deverias”, os “farei”, os “quando” etc.
Então, denota-se que ansiedade existe, é real, mas deve ser entendida diante deste “quadro” como esforço de adaptação ante as situações da vida, tais sejam frustrações profissionais ou afetivas, conflitos conjugais, morte de entes queridos, situações sócio-econômicas desfavoráveis, perda de emprego, dívidas financeiras, medo diante da violência, acidentes etc. (SCHUBERT, 2001)
É bom frisar que existe a ansiedade normal e a patológica.
A ansiedade normal se expressa por inquietude interior, expectativa comum às pessoas, pois demonstra vitalidade. Sim, vitalidade para prestar exame, vestibular, enfrentar entrevista de emprego, diante de separações, momentos de perdas. Apesar do estado ansioso, enfrenta-se e o supera, assumindo medidas e responsabilidades inerentes e para evitar ameaças ou atenuá-las, isto é, respostas proporcionais às ameaças objetivas e subjetivas. São enfrentamentos construídos em nível de percepção consciente.
De outra forma, a ansiedade patológica é mobilização desproporcional de vitalidade diante das situações, pois não se está prestando atenção na natureza dos vínculos das relações humanas a que se está inserido, enfim, a pessoa vive por viver, mas não está prestando atenção no “como” e no “para que” está existindo. Já é resposta desproporcional aos estímulos objetivos e subjetivos. Envolve criação de jogos neuróticos como, por exemplo, projetar no outro, na vida, parcela de responsabilidade própria, desculpismo, acomodação, tudo é chato, ruim, não vale a pena, é assim mesmo, o que a família e a sociedade irão dizer...
Como então, colocar a ansiedade em níveis de normalidade, de saúde plena?
A palavra chave é ESFORÇO. Esforço para conscientizar, responsabilizar, iluminar a mente, desenvolver reservas morais, valores mais saudáveis, combater os dogmas doentios. Silencie os gritos internos, realize seus projetos profissionais, conjugais, predisponha ao crescimento aprendendo, tentando, perguntando, dizendo não sei por enquanto e sei até aqui. Deixe de VIVER e passe a EXISTIR, sensibilize o Universo com o que, até aqui, você se construiu.
Sentimento de apreensão provocado pela antecipação de um perigo, interno ou externo (KAPLAN, 1997). É sinal de alerta, que serve para avisar sobre perigo iminente e possibilita a tomada de medidas para enfrentar a ameaça.
Entende-se então que ansiedade propõe preservação da vida, mudança de hábitos, alteração e revisão na consciência, no estado de fluidez do pensar, sentir e agir. Motiva a luta para a preservação da saúde mental. Direciona o olhar mental para o que está passando na ponte entre o mundo interior e o exterior.
O que você está deixando passar nesta ponte sem perceber?
Anda desatento com você?
Por exemplo, quais pessoas, coisas, espécies de vínculos estão fazendo parte de tua existência, que por desatenção própria, estão provavelmente exigindo comportamentos que não se coadunam com você?
Quantas vezes você vai ao restaurante com o outro e não te deixa escolher o cardápio?
E na hora de escolher a roupa que você irá vestir?
Quantos sonhos, projetos abandonados porque o outro disse que era bobagem!
O nome que te deram ao nascer, você gosta dele?
Você acredita até hoje que não é capaz de realizar ações no mundo porque alguém no passado disse ou fez algo?
Você dorme do lado da cama que gosta?
Está guardando aquela louça ou roupa íntima para “momento mais apropriado?”
Somado a isto, ainda temos os desafios do aqui-e-agora, perfis profissionais, modelos de beleza, cobranças familiares, dogmas religiosos, os “deverias”, os “farei”, os “quando” etc.
Então, denota-se que ansiedade existe, é real, mas deve ser entendida diante deste “quadro” como esforço de adaptação ante as situações da vida, tais sejam frustrações profissionais ou afetivas, conflitos conjugais, morte de entes queridos, situações sócio-econômicas desfavoráveis, perda de emprego, dívidas financeiras, medo diante da violência, acidentes etc. (SCHUBERT, 2001)
É bom frisar que existe a ansiedade normal e a patológica.
A ansiedade normal se expressa por inquietude interior, expectativa comum às pessoas, pois demonstra vitalidade. Sim, vitalidade para prestar exame, vestibular, enfrentar entrevista de emprego, diante de separações, momentos de perdas. Apesar do estado ansioso, enfrenta-se e o supera, assumindo medidas e responsabilidades inerentes e para evitar ameaças ou atenuá-las, isto é, respostas proporcionais às ameaças objetivas e subjetivas. São enfrentamentos construídos em nível de percepção consciente.
De outra forma, a ansiedade patológica é mobilização desproporcional de vitalidade diante das situações, pois não se está prestando atenção na natureza dos vínculos das relações humanas a que se está inserido, enfim, a pessoa vive por viver, mas não está prestando atenção no “como” e no “para que” está existindo. Já é resposta desproporcional aos estímulos objetivos e subjetivos. Envolve criação de jogos neuróticos como, por exemplo, projetar no outro, na vida, parcela de responsabilidade própria, desculpismo, acomodação, tudo é chato, ruim, não vale a pena, é assim mesmo, o que a família e a sociedade irão dizer...
Como então, colocar a ansiedade em níveis de normalidade, de saúde plena?
A palavra chave é ESFORÇO. Esforço para conscientizar, responsabilizar, iluminar a mente, desenvolver reservas morais, valores mais saudáveis, combater os dogmas doentios. Silencie os gritos internos, realize seus projetos profissionais, conjugais, predisponha ao crescimento aprendendo, tentando, perguntando, dizendo não sei por enquanto e sei até aqui. Deixe de VIVER e passe a EXISTIR, sensibilize o Universo com o que, até aqui, você se construiu.
Luiz Tadeu Martins de Oliveira (Psicólogo)-Prof.Uems
31 de ago. de 2009
Visão Sistêmica do Todo
Há alguns anos tenho procurado decifrar " alguns códigos de conduta" baseado nesta visão. A linguagem que utilizo à seguir pode ser utilizada em qualquer evento em nossas vidas. Sermos responsáveis por nós e por tudo ao nosso redor nos permite um verdadeiro encontro com nossa essência, porque não projetamos mais nossas dificulades no outro... passamos a perceber que tudo o que fizermos AGORA interfere diretamente no ambiente onde estou inserido( a)..
A comparação com o funcionamento do nosso organismo, é um bom começo para entendermos nosso papel no Palco da Vida.
Comparando o funcionamento do nosso organismo com o espaço que nos rodeia, poderemos ter uma imagem isolada dos órgãos (fígado, rim, coração, intestinos, cérebro....) ou em conjunto, sistemas funcionais que se compõe de órgãos com funções diversas , mas todas importantes, onde cada uma apesar de desempenhar diferentes papéis, são fundamentais para a saúde do todo. O sistema circulatório, não pode funcionar sozinho, sem a participação do sistema hepato-biliar, ou genito-urinário, gastro-duodenal e assim por diante; todos precisam estar em equilíbrio para que o organismo funcione em perfeita harmonia dinâmica, o que significa dizer, saúde. Precisam ser direcionados por um “maestro”, a consciência, ou qualquer outro nome que signifique uma inteligência capaz de conduzir as partes para um único caminho, objetivo, sem dualidades, que leve a um resultado comum, para o bem estar geral da unidade.
Esta visão sistêmica torna-se fundamental para que possamos compreender o que estamos fazendo, por que e para que... onde queremos chegar, caso escolhermos nos manter pensando apenas como partes isoladas de um sistema?
Continuando a “viagem” , quando o homem sente, pensa e age mal, toda sua estrutura é alterada, e no final todo o sistema adoece. Nada anda separado; o equilíbrio ocorre, quando a energia flui livremente entre os sistemas, sem estagnações, bloqueios, porque caso haja falha em um órgão participante de um sistema, todos os outros começam a falhar gradativamente. Devemos lembrar que os órgãos são compostos de células, cada uma com uma função específica, todas importantes entre si, nenhuma melhor do que a outra.
É também importante, para a saúde do todo, que estes sistemas mantenham-se abertos, porque todo sistema fechado tende a entropia (destruição), levando a uma bagunça molecular; todo ser vivo é entrópico por natureza, porque onde há vida, há entropia, e só o sistema aberto é capaz de dissipar esta entropia.
Doença é a instabilidade de um sistema, que gera entropia; quando consigo abrir os sistemas e dissipar esta entropia, atinjo um nível melhor do que antes, ou seja, depois da doença, estarei melhor. (a doença, não é um mal em si, a não ser que evolua para a lesão- ex: proliferação acelerada de células, ou seja um tumor, ou morte!). “O Ser Humano, busca suas causalidades para evoluir ou morrer” (Prof. Dr. Romeu Carillo Junior- Médico Homeopata).
Logo, a hora é esta; como estamos vivendo? como interagimos com nossos familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho... como ilhas? como oceano? quem está de verdade no comando? sabemos ouvir nossa " canção interna"?
" Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas".
Luiz Fernado Veríssimo
A comparação com o funcionamento do nosso organismo, é um bom começo para entendermos nosso papel no Palco da Vida.
Comparando o funcionamento do nosso organismo com o espaço que nos rodeia, poderemos ter uma imagem isolada dos órgãos (fígado, rim, coração, intestinos, cérebro....) ou em conjunto, sistemas funcionais que se compõe de órgãos com funções diversas , mas todas importantes, onde cada uma apesar de desempenhar diferentes papéis, são fundamentais para a saúde do todo. O sistema circulatório, não pode funcionar sozinho, sem a participação do sistema hepato-biliar, ou genito-urinário, gastro-duodenal e assim por diante; todos precisam estar em equilíbrio para que o organismo funcione em perfeita harmonia dinâmica, o que significa dizer, saúde. Precisam ser direcionados por um “maestro”, a consciência, ou qualquer outro nome que signifique uma inteligência capaz de conduzir as partes para um único caminho, objetivo, sem dualidades, que leve a um resultado comum, para o bem estar geral da unidade.
Esta visão sistêmica torna-se fundamental para que possamos compreender o que estamos fazendo, por que e para que... onde queremos chegar, caso escolhermos nos manter pensando apenas como partes isoladas de um sistema?
Continuando a “viagem” , quando o homem sente, pensa e age mal, toda sua estrutura é alterada, e no final todo o sistema adoece. Nada anda separado; o equilíbrio ocorre, quando a energia flui livremente entre os sistemas, sem estagnações, bloqueios, porque caso haja falha em um órgão participante de um sistema, todos os outros começam a falhar gradativamente. Devemos lembrar que os órgãos são compostos de células, cada uma com uma função específica, todas importantes entre si, nenhuma melhor do que a outra.
É também importante, para a saúde do todo, que estes sistemas mantenham-se abertos, porque todo sistema fechado tende a entropia (destruição), levando a uma bagunça molecular; todo ser vivo é entrópico por natureza, porque onde há vida, há entropia, e só o sistema aberto é capaz de dissipar esta entropia.
Doença é a instabilidade de um sistema, que gera entropia; quando consigo abrir os sistemas e dissipar esta entropia, atinjo um nível melhor do que antes, ou seja, depois da doença, estarei melhor. (a doença, não é um mal em si, a não ser que evolua para a lesão- ex: proliferação acelerada de células, ou seja um tumor, ou morte!). “O Ser Humano, busca suas causalidades para evoluir ou morrer” (Prof. Dr. Romeu Carillo Junior- Médico Homeopata).
Logo, a hora é esta; como estamos vivendo? como interagimos com nossos familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho... como ilhas? como oceano? quem está de verdade no comando? sabemos ouvir nossa " canção interna"?
" Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas".
Luiz Fernado Veríssimo
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