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PROJETO ESSÊNCIA DO SER

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Informações e Inscrições :www.projetoessenciadoser.blogspot.com

Somos todos UM

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Medinesp 2013- Maceió

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Lançamento do livro HOMEOPATIA e ENERGIA

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telepatia entre cães e donos

A Cura atraves das Emoções -1

A Cura através das Emoções 2

A Cura através das Emoções 3

A Cura através das Emoções 4

A Cura através das Emoções 5

Despertando seu Gênio Interior

Despertando seu Gênio Interior 2

Despertando seu Gênio Interior 3

Despertando seu Gênio Interior 4

27 de set de 2010

Doando idéias para salvar vidas




Amigos
Açoes como esta que compartilho aqui, podem fazer a diferença para todos nós!
Está na hora de sairmos do " nosso umbigo" e expandirmos nossas consciências em prol daqueles mais necessitados. Muitos certamente já se mobilizam de outras formas, e assim contribuem no anonimato auxiliando a tantos outros. Aqueles que ainda não foram tocados, o momento é de mobilização.
Acessem o site e sintam como podem participar.
Como somos todos UM, vamos lá!!!!!!!!
Paz e Bem!!!!!!



Missão:
doando.org é uma iniciativa internacional, sem fins lucrativos, que tem como objetivo principal estabelecer uma conexão direta e transparente entre fontes provedoras de recursos aqui denominadas como Doadores (Pessoa Física, Pessoa Jurídica, Anônimo), e prováveis receptores de tais recursos denominados aqui de Beneficiados (Entidades Carentes, Projetos, Comunidades Carentes e Grupos de Pessoas Carentes). Pretende atuar como um portal internacional de busca, divulgação e incentivo de doações ao serviço filantrópico mundial.
Todas as doações beneficentes são feitas diretamente às entidades, e a principal função de doando.org é prover um meio para possibilitar esta importante interação entre a fonte e o destino dos recursos, estimulando a doação em um sentido amplo, para gradativamente possibilitar um mundo mais justo e igualitário.
A iniciativa doando.org é mantida com recursos provenientes de Anunciantes que veiculam suas marcas no site, assim como de doações recebidas de Patrocinadores que nos apóiam nesta causa tão importante para o planeta.
Ajude-nos, faça sua doação e participe ativamente em prol de um mundo melhor e mais justo.
Administração de doando.org



Nossos Objetivos
- fornecer infra-estrutura virtual e acompanhamento pessoal, quando necessário, para captação e efetivação de doações beneficentes provindas de fontes diversas, de maneira rápida, transparente e desburocratizada;
- possibilitar a criação de um Cadastro de Entidades, de Projetos, de Comunidades, e de Grupos de pessoas carentes, denominados aqui como Beneficiados;
- possibilitar a criação de um Cadastro de Doadores, que disponibilizarão recursos em forma de doação direta aos Beneficiados escolhidos através do site, sob acompanhamento de doando.org ;
- avaliar, priorizar, selecionar e divulgar no site os Beneficiados conforme o grau de suas necessidades e abrangência de seus projetos, para estarem mais facilmente acessíveis pelas fontes Doadoras;
- estar aberto ao cadastramento, participação e publicação de banners de Empresas Anunciantes, que serão estrategicamente posicionados no site;
- possibilitar a participação de Patrocinadores, com o objetivo de manter em andamento os projetos da iniciativa doando.org , destacando seu interesse e empenho em manter a causa;
- formar Parcerias com empresas e grupos afins, no sentido de divulgar a iniciativa doando.org , aumentando assim a abrangência de atuação e participação da sociedade na ajuda beneficente como um todo. Com uma divulgação melhor e mais direcionada, uma maior parcela da sociedade carente é beneficiada;
- realizar um trabalho coletivo, honesto, transparente e efetivo, como meio de proporcionar mais dignidade a milhões de pessoas carentes que suplicam por compaixão, em todo o planeta.

Como Participar
Você pode participar da iniciativa doando.org em uma das seguintes maneiras:
0- divulgando o site em todos os meios disponíveis para que mais Entidades Carentes possam ser beneficiadas e mais Doadores sejam sensibilizados;
1- cadastrando-se como Doador e doando recursos diretamente para um Beneficiado;
2- cadastrando-se como um Beneficiado: Entidade Carente, Projeto ou Campanha, Comunidade Carente, ou Grupo de Pessoas Carentes, para receber diretamente recursos de Doadores;
3- cadastrando-se como Patrocinador do site, ajudando a manter a iniciativa;
4- cadastrando-se como Anunciante, divulgando sua marca e ajudando assim a manter a iniciativa;
5- cadastrando-se como Parceiro do site, ajudando a divulgar a marca doando.org;
Para se cadastrar como nas opções de 1 a 5, acesse:
http://doando.org/cadastrar
6- participando do site como Membro, e acompanhando o trabalho desenvolvido (você faz login com sua conta Google, Yahoo, Twitter, AIM, NetLog, ou OpenID)
7- registrando-se como Colaborador do blog/site (você pode participar como Autor ou Contribuidor do blog/site)
Para se registrar como nas opções 6 ou 7, acesse a barra direita na página principal:
http://doando.org

25 de set de 2010

" O caminho para escapar do sofrimento"


" Que sejam de PAZ nossos pensamentos".
O assunto abordado abaixo por Echart Tolle, tem tomado cada vez mais sentido para aqueles que estão cognitivamente sabendo o que fazer para se livrar do sofrimento; mas , entre saber o que fazer e para que fazer há ainda uma pequena diferença. O que fazer implica naquele que observa e percebe o caminho a ser percorrido, o para que fazer implica no que sente aquele que observa ... qual a finalidade essencial do caminho a percorrer.
Para SENTIR o caminho, só caminhando, entregando, aceitando e agradecendo a jornada, e esta é individual e intransferível.... cabe apenas a minha pessoa dar o 1º passo, e depois outro, sem nada esperar no final, mas vivendo intensamente cada passo, aproveitando a caminhada....

Aproveitem então sua jornada!
Paz e Bem!!!!!



"...A maior parte do sofrimento humano é desnecessária. Ele se forma sozinho, enquanto a mente superficial governa a nossa vida.
O sofrimento que sentimos neste exato momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é. No nível do pensamento, a resistência é uma forma de julgamento. No nível emocional, ela é uma forma de negatividade. O sofrimento varia de intensidade de acordo com o posso grau de resistência ao momento atual, e isso, por sua vez, depende da intensidade com que nos identificamos com as nossas mentes. A mente procura sempre negar e escapar do Agora. Em outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente.
Por que a mente tem o hábito de negar ou resistir ao Agora? Porque ela não consegue funcionar e permanecer no controle sem que esteja associada ao tempo, tanto passado quanto futuro, e assim ela vê o atemporal Agora como algo ameaçador. Na verdade, o tempo e a mente são inseparáveis.
Imagine a Terra sem a vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Será que ainda haveria passado e futuro? Será que as perguntas “que horas são?” ou “que dia é hoje?” teriam algum sentido para um carvalho ou uma águia? Acho que eles ficariam intrigados e responderiam: “Claro que é agora. A hora é agora. O que mais existe?”
Não há dúvidas de que precisamos da mente e do tempo, mas, no momento, em que eles assumem o controle das nossas vidas, surgem os problemas, o sofrimento e a mágoa.
Para ter certeza de que permanece no controle, a mente trabalha o tempo todo para esconder o momento presente com o passado e o futuro. Assim, a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, ficam encobertos pelo tempo e a nossa verdadeira natureza é obscurecida pela mente. Todos nós sofremos ao ignorar ou negar cada momento precioso ou reduzi-lo a um meio para alcançar algo no futuro, algo que só existe em nossas mentes, nunca na realidade. O tempo acumulado na mente humana encerra uma grande quantidade de sofrimento cuja origem está no passado.
Se não quer gerar mais sofrimento para você e para os outros, não crie mais tempo, ou, pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da sua vida. Como deixar de “criar” tempo? Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que você tem. Faça do Agora o foco principal da sua vida. Se antes você se fixava no tempo e fazia rápidas visitas ao Agora, inverta essa lógica, fixando-se no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisar lidar com os aspectos práticos da sua vida. Diga sempre “sim” ao momento atual. O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é? O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Renda-se ao que é. Diga “sim” para a vida e veja como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a seu favor em vez de contra você.
Às vezes, o momento atual é inaceitável, desagradável ou terrível.
As coisas são como são. Observe como a mente julga continuamente o comportamento, atribuindo nomes às coisas. Entenda como esse pAo observarmos o mecanismo da mente, escapamos dos padrões de resistência e podemos então permitir que o momento atual exista. Isso dará a você uma prova do estado de liberdade interior, o estado da verdadeira paz interior. Veja então o que acontece e parta para a ação, caso necessário ou possível.
Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por milagre. processo cria sofrimento e infelicidade.
Ao observarmos o mecanismo da mente, escapamos dos padrões de resistência e podemos então permitir que o momento atual exista. Isso dará a você uma prova do estado de liberdade interior, o estado da verdadeira paz interior. Veja então o que acontece e parta para a ação, caso necessário ou possível.
Aceite, depois aja. O que quer que o momento atual contenha, aceite-o como uma escolha sua. Trabalhe sempre com ele, não contra. Torne-o um amigo e aliado, não seu inimigo. Isso transformará toda a sua vida, como por milagre".

6 de set de 2010




"Nenhuma ciência, nenhum conhecimento é necessário além dos métodos simples aqui descritos: e os que quiserem obter maior benefício da Dádiva mandada por Deus serão os que a mantiverem pura como ela é: livre da ciência, livre das teorias, pois tudo na Natureza é simples." Edward Bach


Tão logo conheci a terapia Floral, há quase 18 anos, fiquei encantada, com a possibilidade de aliar este simples método terapêutico a Homeopatia, e assim tenho feito. Crianças, adolescentes, adultos, animais, plantas são beneficiados de forma ampla em várias circunstâncias, e a cada dia mais me apaixono pelas evidências. A ciência cartesiana ainda não tem meios de constatar( ainda bem...), porque como ele mesmo queria demonstrar, " tudo na Natureza é simples".
Encontrei no Blog Metamorfose, de uma amiga, este artigo que resume a biografia deste médico, que aqui compartilho.
Aproveito a oportunidade para convida-los a uma palestra que farei no próximo dia 13/09/10 sobre os Florais, no Map- Movimento de Amor ao Próximo, pela Associação Médico Espírita Carioca( AME)-
End: Estrada do Pau ferro , 325- Freguesia- Jacarepaguá, RJ
Horário: 19:30hs




Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, na Inglaterra, em uma pequena vila chamada Moseley. Desta infância vivida próxima ao campo nasceu o amor de Bach pela natureza. Conta-se que ele realizava longas caminhadas pelo campo e pelas montanhas. E que era capaz de ficar horas concentrado apreciando a natureza.
Era um ser dotado de grande compaixão, pois todo sofrimento, seja de que criatura fosse, despertava nele o desejo de ajudar e a vontade de amparar e curar. Este traço fez surgir cedo a vontade de ser médico ou pastor.
Com 16 anos terminou a escola. Antes de ir para a universidade trabalhou por 3 anos em uma fundição de cobre da família (1903). Seu desejo era fazer economia para custear parcialmente seus estudos, apesar de sua família possuir uma boa condição financeira. Bach, com sua índole determinada, já nutria fortes anseios de liberdade e independência. Aos 17 anos começou a trabalhar também junto a cavalaria de Worcestershire.
Segundo Nora Weeks , nesta fase da vida Bach já fazia críticas à medicina pois achava os tratamentos caros e pouco satisfatórios. E, observando nos funcionários da fundição o aspecto mental da doença, já pensava que poderia existir um método que curasse o corpo e tranqüilizasse a mente.
Aos 20 anos de idade iniciou seus estudos médicos. Em 1912 graduou-se médico em Londres. Lá ficou até 1930. Graduou-se também como bacteriologista, patologista e em saúde pública. Neste início de carreira até “evitava os parques de Londres, temendo que o chamado da natureza se mostrasse muito forte e o distraísse de seu trabalho ... achando que apenas nas alas e laboratórios do hospital descobriria como aliviar verdadeiramente os sofrimentos daqueles pacientes” .
Atendendo a dezenas de pacientes, se dedicando integralmente a medicina, Bach começou a observar que cada remédio tratava algumas pessoas, mas não outras. Ele se perguntava: porque isto? E começou a observar que as pessoas reagiam de forma diferente às doenças. O passo seguinte foi entender que as pessoas com os mesmos temperamentos reagiam melhor aos mesmos remédios ou aos mesmos métodos de cura. “A personalidade do paciente, o ser humano enfermo, era para Bach a principal indicação do tratamento exigido; o panorama da vida do paciente, suas emoções, seus sentimentos, eram todos pontos de importância fundamental no tratamento das incapacidades físicas” .
Um fator importante para entendermos a vida de Edward Bach é que ele, desde bebê, sempre teve uma saúde frágil. Teve que desistir de ser cirurgião em um hospital e não foi aceito como militar devido a esta fragilidade. Em 1917 teve um sério problema de saúde, que o levou a uma cirurgia de emergência. Seu estado era muito delicado e os médicos disseram-lhe que poderia ter apenas mais três meses de vida. Após algumas semanas de repouso ele voltou ao trabalho no laboratório. O trabalho intenso e uma formidável vontade de viver foram seus “remédios” nestes meses de recuperação. E para surpresa de muitos ele se curou. Esta experiência foi o momento crucial de confirmação de que o estado mental da pessoa está diretamente relacionado (como causa principal) à doença que afeta o corpo.
Bach foi um médico bem sucedido como clínico, como pesquisador (seus trabalhos científicos foram publicados em importantes revistas científicas) e como homeopata. Em 1922 teve seu primeiro contato com a homeopatia. Encontrou neste sistema muitas das idéias que estava desenvolvendo, como, por exemplo, “trate o paciente e não a doença”. Como ele, Hahnemann se guiava mais pelos sinais mentais do que os físicos para descobrir qual o remédio mais adequado para cada paciente. A identificação foi imediata, e Bach passou a usar o método da diluição e potencialização da homeopatia para produzir suas vacinas e outros remédios.
Sob o impulso da homeopatia Bach passou a buscar formas mais suaves e mais naturais de cura. Suas vacinas passaram a ser via oral (não mais injetável) e ele procurou na natureza os componentes dos medicamentos. Iniciou procurando por plantas e acabou encontrando as flores.
Nesta época ele passou a classificar as pessoas segundo tipos previamente definidos de comportamento. Acreditava que cada grupo-tipo identificado possuía sofrimentos comuns, que geravam as doenças, e que poderiam ser tratados por remédios naturais que curassem seus sofrimentos. “Como finalmente descobriu, ao tratar o temperamento ou o humor do paciente e não a doença, a espécie de doença, seu tipo, seu nome e duração não tinham qualquer conseqüência”.
Em 1928 descobre as três primeiras flores do sistema Bach: Impatiens, Mimulus, Clematis. Mas suas pesquisas só ganharam novo impulso quando ele tomou uma decisão radical: ir até a natureza, para lá pesquisar um novo sistema de cura. Em 1930 (com 43 anos) ele abandonou tudo (consultório, laboratório, fama, conforto) e partiu para uma vida no campo. Sua decisão foi tão radical que queimou tudo que havia escrito. Foi inicialmente para Gales, onde viveu modestamente em uma casa, tratando das pessoas sem cobrar, vivendo apenas com o mínimo necessário.
Durante os anos em que viveu no campo caminhou pela natureza, observou-a, contemplou-a e, principalmente, sintonizou sua intuição. Cuidou também de observar os homens, seus tipos, sofrimentos, manias, valores, crenças e doenças. Nesta nova fase de pesquisa seu instrumento principal não era a ciência e sim sua intuição, disciplina e capacidade de observação. Além, é claro, da sensibilidade. Pois foi através desta habilidade que ele testou em si as essências, antes de testa-las em seus pacientes.
Esta tremenda capacidade de perceber, intuir, sentir, observar só é encontrada em casos muito especiais. Bach, com certeza, era uma pessoa muito especial e que possuía maturidade, conhecimento, equilíbrio e bondade para utilizar de modo construtivo e positivo estas habilidades.
Em maio de 1930, Bach observou o orvalho em uma flor recebendo os raios solares. Intuiu que aquela gota exposta ao sol poderia estar magnetizada com as propriedades energéticas da flor. Imediatamente começou sua pesquisa. Coletava as gotas de orvalho de várias plantas, algumas que ficaram expostas ao sol, outras que ficaram à sombra. Testou em si, persistentemente, o efeito de cada um dos orvalhos recolhidos. Após exaustivas pesquisas Bach avaliou que as gotas expostas ao sol poderiam servir como remédios. Faltava, porém, saber quais plantas seriam utilizadas (e para o que) e ainda descobrir uma forma mais simples de coletar as essências das flores. Ainda em 1930 Bach resolveu testar um método de extração mais simples: colocar as flores em uma jarra com água exposta ao sol. Este método ganhou o nome de método solar.
Neste mesmo ano Bach escreve o livro “Cura-te a ti mesmo”, que revela de modo claro sua visão da doença como uma conseqüência dos estados mentais da pessoa. E descreve os melhores remédios como sendo aqueles que ajudam as pessoas a se livrarem dos estados mentais negativos que causam a doença.
Entre agosto de 1930 e a primavera de 1931 Bach morou na vila de Cromer, a beira mar. Após isto, voltou para Gales, foi para Londres, e mudou várias vezes. Na realidade ele ficou viajando pelo país a maior parte do tempo, procurando nos campos as plantas que curariam os estados mentais que já havia identificado. Até 1932 descobriu 12 flores.
Apesar das constantes viagens Bach não deixou de clinicar. Pacientes de vários lugares do país iam se consultar com ele. À medida em que suas pesquisas avançavam e seu conhecimento dos estados mentais amadurecia, mais e mais exemplos da eficiência deste modo de tratamento apareciam. Para sua satisfação ele via suas essências agirem mesmo em pacientes cujos problemas ele não havia conseguido melhorar quando utilizava a medicina tradicional. Este êxito inicial foi importante para mostrar que estava no caminho correto: as essências eram úteis e a forma de diagnosticar era correta.
Em 1932 fica dois meses em Londres clinicando, porém não se adapta a vida na cidade grande. Durante seu tempo livre visita os parques londrinos e escreve dois livros: Liberte-se e Os doze Remédios Curadores.
Nesta fase de suas pesquisas, Bach decidiu que deveria começar a popularizar suas descobertas. Escreveu artigos para o público em geral e colocou anúncios em jornais. Imediatamente o Conselho Britânico Médico o advertiu sobre os anúncios. Ele respondeu que estava divulgando algo que era útil e importante para as pessoas conhecerem. Este incidente, que terminou com a troca de algumas cartas, foi simbólico por demonstrar que a terapia floral ia além do campo restrito da medicina e que esta deveria ser praticada por curadores não médicos. O fato de Bach ter auxiliares não médicos foi motivo para outro problema com este Conselho, em 1936, pouco antes do seu falecimento.
Em 1933 descobre as outras 4 essências (correspondentes a mais quatro estados mentais) a que dá o nome de “Os Quatro Auxiliares”. Como o próprio nome indica estas essências teriam como função auxiliar o trabalho das outras doze essências já descobertas. Publica o livro: Os Doze Remédios Curadores e os Quatro Auxiliares.
Em 1934 cria a primeira versão do seu remédio mais famoso: Rescue (com Rock Rose, Clematis, Impatiens). Descobre outras três essências e os quatro auxiliares tornam-se sete. Muda-se para Sotwell, para uma casa chamada “Mount Vernon”.
Em 1935 Bach descobre 19 novas essências completando as 38 essências do seu sistema. Também descobre o método de extração por fervura. Foi um período intenso de trabalho, pois Bach normalmente observava nas pessoas e em si os estados mentais negativos e depois de identifica-los procurava pelas plantas necessárias para melhora-los, o que significava testar em si mesmo os efeitos das essências. Este intenso trabalho externo e interno desgastou muito sua energia e sua vitalidade, o que piorou muito sua frágil saúde. Ele necessitava descansar, mas o número de pacientes aumentava constantemente. Ele atendia a todos, sem cobrar, satisfeito em ver os resultados benéficos de suas essências.
Neste ano seus florais já eram utilizados em muitas cidades e até no exterior, com bons resultados. Para Bach o teste definitivo das suas essências e do seu método de diagnóstico era a cura dos pacientes.
Em 1936 escreve “Os Doze Remédios Curadores e Outros Remédios”, com uma descrição clara e simples das 38 essências e dos 38 estados mentais que elas curam. Sua obra estava terminada. Como a difusão apenas começava, encarregou seus dois principais assistentes desta tarefa. Em 27 de novembro de 1936 faleceu enquanto dormia (parada cardíaca).
Bach foi um homem que realizou o que sonhou: descobriu um método de cura simples e natural, de fácil compreensão e fácil aplicação. E ainda nos ajudou a entender a importância da mente na origem das doenças.



Autor: Regis S. Mesquita de Oliveira




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