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PROJETO ESSÊNCIA DO SER

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Informações e Inscrições :www.projetoessenciadoser.blogspot.com

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Medinesp 2013- Maceió

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telepatia entre cães e donos

A Cura atraves das Emoções -1

A Cura através das Emoções 2

A Cura através das Emoções 3

A Cura através das Emoções 4

A Cura através das Emoções 5

Despertando seu Gênio Interior

Despertando seu Gênio Interior 2

Despertando seu Gênio Interior 3

Despertando seu Gênio Interior 4

23 de jan de 2010

A mais estranha de todas as ciências



O Universo é feito de uma matriz comum de energia que subjaz a nosso mundo material!

Fato: a crença é uma linguagem que “fala” a essa matriz!

Evidências científicas hoje revelam que a crença afeta todas as coisas, desde a cura de nossos corpos até os átomos da própria Realidade! O que poderia ser mais importante do que compreender como usar esse incrível poder para reverter doenças, criar paz e abundância e até transformar a própria Realidade? Em um mundo no qual as maiores crises da história humana registrada hoje ameaçam nossa sobrevivência, as apostas não poderiam ser maiores.

Para um cientista, o que poderia ser mais estranho do que descobrir que pela simples observação do nosso mundo em um lugar nós de algum modo modificamos o que acontece em outra parte? No entanto, é exatamente isso que as revelações da nova física estão nos mostrando. Já em 1935, o ganhador do prêmio Nobel de física Albert Einstein reconheceu quão perturbadores tais efeitos quânticos podem ser e os chamou de “ação fantasmagória a distância”. Em um ensaio que escreveu em parceria com os célebres físicos Boris Podolsky e Nathan Rosen, ele afirma: “Nenhuma definição razoável de realidade permitiria esta [ação a distância]”.

Hoje, são justamente essas anomalias bizarras que iniciaram uma ponderosa revolução no modo como pensamos em nós mesmos e no universo. Durante a maior parte do século XX, os cientistas se esforçaram para compreender o que esta estranheza quântica está nos dizendo sobre o modo como a realidade funciona. É fato documentado, por exemplo, que a consciência humana influencia a energia quântica – aquilo de que tudo é feito – sob certas condições. E esse fato abriu a porta a uma possibilidade que expande os limites daquilo que fomos levados a crer a respeito do mundo no passado. Um crescente corpo de evidências hoje sugere que esses efeitos inesperados são mais que apenas exceções isoladas. A questão é: quanto mais?

Serão os efeitos dos observadores, que influenciam seus experimentos, realmente uma poderosa janela para o tipo de realidade na qual vivemos? Se assim for, devemos perguntar: “Será que esses efeitos também estão nos dizendo quem somos dentro dessa realidade?” A resposta a ambas as perguntas é “sim”. Essas são exatamente as conclusões que as novas descobertas estão sugerindo.



Não há observadores

Os cientistas mostraram que, embora nós possamos pensar que estamos apenas vendo e observando nosso mundo, na verdade é impossível que nós simplesmente “observemos” qualquer coisa. Quer nossa atenção esteja concentrada numa partícula quântica durante um experimento de laboratório ou em qualquer outra coisa, desde a cura do nosso corpo até o sucesso de nossas carreiras e relacionamentos, nós temos expectativas e crenças acerca daquilo que estamos observando. Às vezes estamos conscientes das nossas expectativas e crenças. Mas com frequência não estamos. Essas experiências interiores tornam-se parte daquilo em que estamos concentrados. Ao “observarmos” tornamo-nos parte do que estamos observando.

Nas palavras do físico John Wheeler, isso nos torna “participantes”. A razão? Quando concentramos nossa atenção em um dado lugar em um momento do tempo, nós envolvemos nossa consciência. E no vasto campo da consciência parece que não há uma fronteira clara que nos diz onde nós terminamos e onde o resto do mundo começa. Quando pensamos no mundo desta forma, fica claro por que os antigos acreditavam que tudo está conectado. Enquanto energia, está.
À medida que os cientistas continuam a explorar exatamente o que significa sermos participantes, novas evidências apontam para uma conclusão inevitável: que nós vivemos em uma realidade interativa na qual modificamos o mundo à nossa volta ao mudar o que acontece dentro de nós enquanto observamos: nossos pensamentos, sentimentos e crenças.


Código de crença 1: Experimentos mostram que o foco da nossa atenção modifica a própria realidade e sugerem que nós vivemos em um universo interativo.

A implicação: Desde a cura de doenças e a duração de nossa vida até o sucesso de nossas carreiras e relacionamentos, tudo o que experimentamos como “vida” está diretamente ligado àquilo que acreditamos.

Linha de fundo: Mudar nossas vidas e relacionamentos, curar nossos corpos e trazer paz a nossas famílias e nações requer uma mudança simples, mas precisa, no modo como usamos nossas crenças.

Para aqueles que aceitam o que a ciência nos levou a crer nos últimos 300 anos, pensar que nossa experiência interior pode afetar a realidade não passa de heresia.

Essa simples ideia tolda a zona de segurança que tradicionalmente separou ciência e espiritualidade – e nós do nosso mundo. Em vez de pensar em nós mesmos como vítimas passivas em um lugar onde, por exemplo, as coisas apenas “acontecem” sem razão aparente, tal consideração nos coloca justamente no banco do motorista da vida.

Nessa posição vêmo-nos diante da inegável evidência que confirma que nós somos os arquitetos da nossa realidade. Com esta confirmação, descobrimos também que temos o poder de tornar a doença obsoleta e relegar a guerra a uma lembrança do nosso passado. De repente, a chave para transformar nossos maiores sonhos em realidade está ao nosso alcance. Tudo volta para nós. Onde nos encaixamos no universo? O que deveríamos estar fazendo na vida?



Os falsos pressupostos da ciência

A transformação que a revolução da realidade traz a nossas vidas explodiu com uma força incomparável a nada no passado porque as mesmas descobertas que deflagaram as perguntas também levaram à conclusão de que os “fatos” nos quais confiamos por 300 anos para explicar o universo e nosso papel dentro dele estão errados. Eles estão baseados em dois pressupostos que se provaram falsos.

1º Falso pressuposto: O espaço entre as “coisas” está vazio. Novas descobertas hoje nos dizem que isto simplesmente não é verdade.

2º Falso pressuposto: Os sentimentos e crenças que experimentamos não têm nenhum efeito sobre o mundo além de nossos corpos. Já foi provado que isso também é absolutamente falso.

Experimentos revolucionários, publicados em periódicos de ponta, com revisão paritária, revelam que estamos imersos em um campo de energia inteligente que preenche o que costumávamos pensar ser espaço vazio. Novas descobertas mostram, sem a menor sombra de dúvida, que este campo responde a nós – ele literalmente se rearranja – na presença de nossos sentimentos e crenças para se tornar a cura de nossos corpos e a paz do nosso mundo! E esta é a revolução que muda tudo.

Com estas e outras descobertas semelhantes em mente, devemos nos fazer uma pergunta que é talvez a mais reveladora de todas: Nós nascemos com a capacidade natural de criar e modificar nossos corpos e o mundo? Se assim for, então devemos estar dispostos a fazer uma pergunta ainda mais difícil: Que responsabilidade temos de usar nosso poder inato na presença das indiscutivelmente maiores ameaças ao futuro de nossas vidas, nosso mundo e até nossa espécie?
Autor(a): Gregg Braden


Após uma bem-sucedida carreira como desenhista de sistemas de computação aerospaciais e geólogo-chefe da Phillips Petroleum, Gregg Braden tornou-se reconhecido internacionalmente por unir o mundo da ciência e o mundo da espiritualidade. Por mais de 22 anos, Gregg tem visitado aldeias nas montanhas, mosteiros remotos e textos esquecidos para descobrir segredos eternos.

Boletim Luz e terra.

20 de jan de 2010

Curando a vitimite



“Fique atento a seus pensamentos; eles levam a atitudes.
Fique atento a suas atitudes; elas levam a palavras.
Fique atento a suas palavras; elas levam a ações.
Fique atento a suas ações; elas levam a hábitos.
Fique atento a seus hábitos; eles formam seu caráter.
Fique atento a seu caráter; ele determina seu futuro.”


Essas palavras, de origem desconhecida, nos dizem que nossas escolhas silenciosas, muitas vezes subconscientes, moldam nosso futuro. Cada aspecto de nossas vidas, em casa e no trabalho, pode ser melhorado se usarmos nossa capacidade de pensar, refletir e fazer escolhas conscientes sobre nossos pensamentos, atitudes, palavras, ações e hábitos.

Em vez disso, muitos de nós nos vemos como vítimas. Reclamamos de nossas circunstâncias e do que outros nos fizeram. Por mais que possamos encontrar algum consolo na sensação de impotência e irrepreensibilidade, quando as coisas não correm bem, no final as vítimas vivem vidas de insatisfação.

O momento em que estamos mais vulneráveis à vitimite é quando estamos sob a influência de emoções poderosas como medo, insegurança, raiva, frustração, tristeza ou depressão. Esses sentimentos são tão poderosos que acreditamos que nosso estado mental é inevitável. Nossa única esperança é que desapareçam sozinhos. No entanto, é nos momentos de tumulto emocional que nosso poder de escolher nossos pensamentos e atitudes se torna mais importante. Não podemos afastar a dor, mas podemos nos recusar a sofrer.

Mesmo quando não gostamos de nenhuma de nossas escolhas, nós temos algumas – uma vez que nos demos conta de que podemos assumir o controle. Não é fácil, mas aquilo que fazemos e o modo como decidimos nos sentir em relação a nós mesmos têm profundo impacto sobre a qualidade de nossas vidas. As vítimas podem conquistar compaixão por algum tempo, mas isso não basta.

A ideia de assumir responsabilidade pessoal por nossa felicidade e sucesso pode ser assustadora, mas o lucro é imenso.

Embora não possamos tornar nossa vida perfeita, podemos torná-la melhor – em geral, muito melhor.


Autor(a): Michael Josephson



18 de jan de 2010

ESTRESSE E ESPIRITUALIDADE


Para o grande público, estresse é uma situação psicologicamente agressiva que repercute no corpo. Este, porém, é apenas um dos aspectos do estresse, a sua versão psicossomática, há outros, porém, a serem considerados. Na verdade, o ser humano vive em estado de estresse permanente, bombardeado por fatores estressantes diversos - físicos, psico-emocionais, e espirituais - que lhe exigem constante adaptação ao mundo que o cerca.

Os fatores estressantes emocionais tanto podem ser tristes, como a morte de um ente querido, o desemprego, quanto felizes, como o sucesso do atleta ou as alegrias do reencontro - todos desencadeiam, do mesmo modo, os mecanismos e as conseqüências do estresse. O mesmo acontece em relação aos abalos nervosos, como no estado de cólera, medo, etc., assim como frente aos fenômenos físicos nocivos -frio, calor, fadiga, agentes tóxicos ou infecciosos, jejum, exercícios físicos exagerados, etc.

Na verdade, o estresse é a resposta não específica que o corpo dá a toda demanda que lhe é feita. Ele corresponde à interação entre uma força e a resistência do organismo a esta força. É o complexo agressão-reação.

Se a agressão é ocasionada por uma grande diversidade de fatores, a reação comporta uma parte idêntica, comum a todos os indivíduos, e uma parte própria de cada um, denominada "coping" ou aspecto específico da reação não específica.

A medicina hoje considera a doença como sendo a resultante da agressão mais a reação não específica, mais reação específica. Isto pode ser resumido em estresse mais coping. Desse modo, considera-se a originalidade própria das reações específicas ao agente estressor, superpostas às reações não específicas do estresse, criando a diversidade dos aspectos clínicos.

Em 1936, Hans Selye, descobridor do estresse, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o assunto. Em 1950, descreveu a Síndrome Geral de Adaptação - Reação de Alarme, estágio de Resistência e de Exaustão - com seus aspectos bioquímicos e endócrinos, mostrando qual a reação não específica do organismo às agressões do mundo exterior. Para ele, a intensidade da demanda, a duração e a repetição determinam a resposta. E condiciona o bom ou o mau estresse à eficiência ou não da fase de adaptação. Para Selye, todo indivíduo tem um capital de energia biológica diferente e pode consumir suas reservas conforme tenha maus estresses.

Na reação de alarme, a primeira resposta do organismo ao estresse, entra em ação o sistema hipotálamo-simpático-adrenérgico que prepara o organismo para a luta ou fuga. Entram em jogo a adrenalina e a noradrenalina, com isso, há muita produção de glicogênio, taquicardia, respiração acelerada, concentração do sangue nos vasos principais e nos músculos estriados, inibição dos sistemas digestivo, sexual e imunológico.
Depois disso, outro sistema vai entrar em jogo, o hipotálamo - hipófiso-suprarrenal com produção de ACTH e corticóides.
Esses sistemas entram em funcionamento na fase de reação e o organismo pode sofrer esgotamento ou entrar na fase de exaustão, tendo como resultado final doença e morte. São inúmeras as doenças de adaptação, entre elas, hipertensão, úlcera, hemorróidas, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes, enxaqueca, etc.

Hoje, como avanço dos estudos, considera-se o sistema limbo-hipotálamo-hipófiso-suprarrenaliano (LHHS). Através do hipotálamo na zona parvocelular mediana do núcleo paraventricular (NPV), são liberados o CRF, o Fator de liberação corticotrófico (Corticotrophin Releasing Factor) e a Argenina Vasopressina (AVP) - que determinam a liberação de ACTH pela hipófise e esta o cortisol pela suprarrenal.
Com vemos, o estresse está ligado ao centro das emoções no hipotálamo, assim é importante o estudo de fatores como o medo, a raiva, etc, nos seus mecanismos e reações. Assim, quando o indivíduo sente raiva, por exemplo, é como se ele estivesse diante de um predador, de um perigo iminente e isto desencadeia a reação.

Como vimos, cada indivíduo tem uma reação específica frente ao estresse. Ele coloca suas estratégias de ajuste cognitivas e comportamentais, o "coping", para fazer face aos agentes estressores.

As pesquisas têm demonstrado que doenças como depressão estão absolutamente ligadas ao estresse. Investigação ampla, realizada em 52 países, da qual participou o dr. Alvaro Avezum, do Brasil, acerca dos fatores de risco da doença cardíaca, demonstrou que os psico-sociais entram em mais de 30% dos casos.

O estresse é o campo da medicina que reunifica corpo e alma. O seu estudo está, portanto, intimamente ligado à espiritualidade.
Segundo as lições espirituais dadas em 1947, no livro No Mundo Maior, o nosso cérebro tem três áreas distintas: a inicial, onde habita o automatismo e que está no plano subconsciente, a do córtex motor que engloba as conquistas do hoje e está na área do consciente e a dos lobos frontais que representam o ideal e a meta superiores e estão vinculados ao superconsciente. Esta classificação encontra respaldo no livro de Paul Maclean, de 1968, The Triune Brain in Evolution, que nos fala acerca dessas três regiões, afirmando que vemos o mundo através de três cérebros distintos.

Aprendemos também com os Instrutores Espirituais que somos seres em evolução. Quanto mais perto nos encontramos da animalidade mais agimos com instintos e sensações. Com o passar do tempo, e a evolução espiritual conseqüente, passamos a ter sentimentos, sendo o amor, o mais sublimado deles.
Se estamos escravizados aos instintos, a maneira pela qual fazemos face aos fatores estressantes é muito primitiva e resulta quase sempre em um mau estresse.

Aprendemos também que é preciso humildade para vencer a animalidade inferior. Infelizmente, porém, em nossas relações em sociedade e no lar estamos muito longe desse sentimento sublime que está intimamente ligado ao amor.

Assim, a fé é importante porque abre as portas do coração para sentir e viver o amor divino em nossas vidas. Através da oração, da meditação, da compreensão do valor da dor, temos a possibilidade de conhecermo-nos a nós mesmos e a reagirmos de forma mais equilibrada às tensões da existência humana. Compreendemos, igualmente, que é preciso treino para o perdão e para eliminação da raiva, da inveja, da mágoa e de outros sentimentos negativos.

A nossa busca da paz para viver no lar, no ambiente de trabalho, dentro da sociedade tem de ser centralizada em Jesus, o Médico da Almas, que afirmou ter a paz verdadeira para nos oferecer. Chico Xavier disse com muita sabedoria: "A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido." Para vencer positivamente o estresse é preciso guardar a paz, tê-la como patrimônio. E esta pacificação interior que é responsável pelo sucesso do "Coping", só será uma conquista definitiva quando houver harmonia entre os três cérebros. Para isso, no entanto, é imprescindível não esquecer que é preciso fé em Deus e obediência às Suas Leis.


* Dra. Marlene Nobre é presidente da Associação Médico Espírita do Brasil e Internacional

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